[h1]💥 Battlefield 6 — Análise Sem Dó[/h1] Desde o primeiro dia, Battlefield 6 conseguiu reacender a chama da franquia — mas também escancarou o quanto a série ainda luta contra velhos fantasmas. Aqui vai a minha visão completa, sem puxar saco nem repetir discurso de comunidade: o que realmente funciona, o que continua falhando e onde a DICE precisa apertar os parafusos. [hr][/hr] [h2]🎯 O que o jogo acerta[/h2] [b]• Jogabilidade refinada e responsiva[/b] O “gunplay” é o melhor que a franquia entregou em anos. Cada tiro parece ter peso, e a movimentação tem ritmo, fluidez e feedback que lembram os tempos de ouro do Battlefield 3/4. Em combates intensos, o controle de recuo e a cadência das armas finalmente passam sensação de consistência. [b]• Combate em larga escala com identidade[/b] Os mapas voltaram a ter alma. Há caos, sim, mas é o caos com propósito. As batalhas de 64 jogadores têm ritmo, rotação, pontos de estrangulamento e verticalidade suficientes para dar espaço a todos os estilos — do sniper paciente ao assault que corre no meio da fumaça. [b]• Destruição e som impecáveis[/b] Nada se compara à imersão sonora. As explosões têm peso, o som direcional é preciso, e o eco dos combates muda conforme o ambiente. A destruição volta a ser marca registrada: cada explosivo muda o cenário, e isso afeta diretamente o desenrolar das partidas. [b]• Estabilidade técnica e desempenho[/b] Surpreendentemente estável, mesmo em hardware intermediário. O jogo roda com taxas sólidas, sem quedas drásticas de frame rate, e o motor gráfico finalmente parece otimizado para PC. [b]• Volume e presença de jogadores[/b] Mais de sete milhões de cópias vendidas nos primeiros dias e picos de centenas de milhares de jogadores simultâneos — um sinal claro de que o público voltou a acreditar na franquia. [hr][/hr] [h2]☁️ Onde o jogo ainda falha[/h2] [b]• Sistema de progressão quebrado[/b] Os desafios para liberar armas e equipamentos são, sem exagero, frustrantes. Muitos objetivos são desbalanceados ou bugados — o jogo simplesmente deixa de registrar progresso. Isso destrói o ritmo e a satisfação de desbloquear conteúdo. [b]• Hit reg e bloom inconsistentes[/b] Alguns tiros simplesmente não registram, especialmente em tiroteios de média distância. Esse tipo de falha, por menor que pareça, mina a confiança do jogador em cada duelo. [b]• Problemas no lançamento[/b] A EA App travando acesso ao jogo no dia 1 foi um desastre. Mensagens de “compra necessária” ou “conteúdo ausente” impediram milhares de jogadores de entrar no servidor. Foi corrigido, mas o estrago de imagem ficou. [b]• Mapas irregulares[/b] Alguns mapas brilham, outros frustram. Existem áreas abertas demais, com pouca cobertura e pouca lógica tática — tornando certas partidas um festival de campers e explosões aleatórias. [b]• Campanha esquecível[/b] Cumpre tabela e só. O modo solo existe, mas não emociona nem adiciona profundidade ao universo. Claramente, o foco foi o multiplayer — e a narrativa paga o preço disso. [b]• Portal subaproveitado[/b] A ferramenta é poderosa, mas a interface dificulta descobrir e criar experiências personalizadas. É o tipo de modo que precisa de amor, visibilidade e curadoria. [b]• Comunicação falha com o jogador[/b] A confusão com o [i]Phantom Pack[/i] é exemplo clássico: mudanças no design das skins antes do lançamento e falta de clareza sobre entregas premium irritaram quem investiu mais. [hr][/hr] [h2]⚖️ Comparativo direto com Battlefield 2042[/h2] [b]• Gunplay:[/b] muito mais preciso e satisfatório. [b]• Performance:[/b] estável e otimizada. [b]• Progressão:[/b] pior experiência inicial, devido aos desafios bugados. [b]• Design de mapas:[/b] evolução clara, mas ainda inconsistente. [b]• Conteúdo e identidade:[/b] finalmente, Battlefield voltou a parecer Battlefield. [hr][/hr] [h2]🏁 Meu veredito pessoal[/h2] [b]Battlefield 6[/b] é, sem dúvida, o passo certo para a série — mas ainda é um passo tropeçando em alguns erros de design. O combate é viciante, as batalhas são cinematográficas, e a essência da franquia está viva, mas a experiência sofre com um sistema de progressão quebrado e bugs que não deveriam existir num lançamento dessa magnitude. [b]Nota atual: 8,5 / 10[/b] Com correções de progressão, ajustes em mapas e refinamento técnico, tem tudo para chegar a 9 / 10 facilmente. Mesmo com os tropeços, continua sendo um dos melhores FPS de 2025 — e um dos poucos que ainda entregam a verdadeira sensação de guerra moderna. [hr][/hr] [h3]TL;DR – Resumo rápido[/h3] [b]Prós:[/b] – Gunplay sólido e viciante – Mapas com identidade e escala – Destruição e som de alto nível – Desempenho e estabilidade impressionantes – População ativa e suporte inicial consistente [b]Contras:[/b] – Progressão bugada e grind exagerado – Hit reg e bloom inconsistentes – Mapas com desequilíbrio tático – Campanha fraca – Comunicação confusa sobre conteúdo premium [hr][/hr] [i]Essa análise reflete minha experiência até 21 de outubro de 2025 e será atualizada conforme o jogo receber patches e conteúdo adicional.[/i]
Novamente, outro Fifa/EA FC padrão EA, que todos conhecem. Sou goleiro, e jogo como goleiro desde o FIFA 14, jogo com frequência. Portanto vou fazer uma avaliação dedicada aos goleiros, de acordo com oq eu vi nesse tempo de jogo que eu tive. 1. Sistema de defesas: Até o FIFA 14, bastava usar A (Xbox) ou X (PlayStation) para o goleiro defender, sem depender do analógico. Esse sistema, apesar de antigo, era mais eficiente e realista. Hoje, em lances mano a mano, acertar o lado no reflexo é quase impossível, e a defesa depende demais da sorte ou de uma precisão desumana no analógico. 2. Analógico de salto: O atual sistema de defesa usando o analógico para saltar é mal implementado. Muitas vezes, quando se gira o analógico para qualquer lado, o goleiro dá um passo gigantesco que abre totalmente o gol caso você erre o lado. Para piorar, em algumas situações ele até salta para o lado errado. Inclusive fica um circulo em volta do goleiro que fica vermelho quando vc erra, que mesmo que tenha colocado em defesa assistida não funciona e vc é obrigado a acertar o lado. 3. Se jogar na bola: No FIFA 14, existia o comando para simplesmente se jogar na bola (B/O), algo muito útil para travar chutes cara a cara. No FC 26, esse comando até existe, mas foi mal reaproveitado: ele serve apenas para agarrar em cruzamentos/escanteios ou socar a bola, mas não funciona bem caso queira se jogar no mano a mano. 4. Escanteios e cruzamentos: No passado, era possível usar o botão de defesa para cortar ou interceptar cruzamentos vc meio que "defendia" o cruzamento. Agora, isso foi removido, e vc tem que se posicionar manualmente. Hoje, o goleiro só pode apertar Quadrado ou bola para tentar agarrar ou socar a bola, Uma desvantagem muito grande para o goleiro, já que os atacantes sempre tem vantagem. 5. Saída do goleiro (Y ou Triângulo): Outra grande perda é no botão de saída com o goleiro (Y/Triângulo). Antes, ele saía para interceptar bolas e sempre corria em direção a bola até em escanteios. No FC 26, essa função praticamente não existe em bolas paradas: o goleiro não sai em escanteios, mesmo que a bola caia dentro da pequena área. Isso tira totalmente o controle do jogador e novamente mais uma desvantagem para o goleiro. EXTRA. Pro Clubs: Um erro grave foi o que a EA fez no Pro Clubs. Agora, para mudar de posição, é necessário pagar. Ou seja, quem joga de goleiro e às vezes quer variar para a linha, simplesmente não pode sem gastar. EA sendo EA. Portanto para você que joga de goleiro, não vale a pena comprar esse jogo.